Sentir-se folha
aula do dia 25 de Junho
Nesta aula tivemos a experiência de nos sentirmos a folha que fotografamos. Foi uma
sensação bem legal, pois se integrar à natureza oferece uma nova visão da realidade. Ora éramos balançados por um vento forte, ora por um fraco,
ora não havia vento. Imitar uma planta foi uma tentativa de se sentir parte dela e manifestar suas reações.
Muitas foram as folhas
representadas: de bananeira, de morango, de coentro etc. A minha foi a de
figueira. A figueira faz-me recordar bons momentos da minha infância, no sítio
dos meus avós, onde meus primos e eu brincávamos aos pés de uma grande figueira que
ficava perto da cerca do quintal. Ali era o lugar dos nossos reinos encantados,
onde passávamos tardes inteiras a sonhar.
A experiência também ajudou a aguçar nossos sentidos. Empregamos a visão ao observar e captar a folha; a audição ao ouvir seu som ao vento; o tato ao tocá-la representá-la corporalmente e, principalmente, a imaginação que nos permitiu representar o que dela captamos e o nosso modo de entendê-la e senti-la. Foi, ainda, um momento de integração com a turma, onde pudemos partilhar e aprender muito com os outros.
Fernando Silva Campos
A experiência também ajudou a aguçar nossos sentidos. Empregamos a visão ao observar e captar a folha; a audição ao ouvir seu som ao vento; o tato ao tocá-la representá-la corporalmente e, principalmente, a imaginação que nos permitiu representar o que dela captamos e o nosso modo de entendê-la e senti-la. Foi, ainda, um momento de integração com a turma, onde pudemos partilhar e aprender muito com os outros.
Fernando Silva Campos

Nenhum comentário:
Postar um comentário